Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties: Revisitando um Clássico com Novos Rumos e Polêmicas

O Ryu Ga Gotoku Studio lançou em fevereiro de 2026 Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties para PC, PS4, PS5 e Xbox. Este remake da obra original de 2009, que marcou a transição para o PlayStation 3, representa um novo capítulo significativo para a série. Mais do que uma atualização de gráficos e jogabilidade, a produção se destaca pela intenção de explorar novas direções narrativas que provocaram reações diversas entre os fãs e críticos.

Embora alguns jogadores tenham recebido bem as inovações introduzidas, outros expressaram descontentamento com alterações cruciais no enredo. Até o momento da publicação deste artigo, o jogo acumula nota 74 no Metacritic e avaliação “Mista” no Steam.

A seguir, confira as especificações do PC utilizado na análise do título:

Componente Especificação
Processador (CPU) AMD Ryzen 7 9800X3D
Memória (RAM) 32 GB DDR5 (6000 MHz)
Placa de Vídeo (GPU) NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti
Armazenamento (SSD) SSD 2 TB PCIe Gen 4
Sistema Operacional (SO) Windows 11 Pro

Um Clássico com Novas Propostas

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties propõe uma reinvenção da narrativa da franquia, focando no personagem Kazuma Kiryu. O jogo não se limita apenas a modernizar a estética ou a mecânica, mas traz novos arcos e personagens que, embora tenham gerado controvérsia, oferecem uma visão fresca do universo Yakuza.

O que faz a maioria dos games da série serem tão cativantes são suas histórias interconectadas, onde cada personagem tem um papel preponderante. No entanto, a escolha de modificar o desfecho de uma história que muitos consideram icônica pode ser vista tanto como uma oportunidade de revitalização quanto como uma traição aos valores fundamentais que tornaram a série amada.

Visual e Design: Um Salto de Qualidade

Graficamente, Yakuza Kiwami 3 apresenta um equilíbrio interessante entre visuais contemporâneos e elementos que remetem à sua origem. Durante a análise, foi possível observar uma performance sólida em 4K com DLSS, com um FPS que frequentemente ultrapassou 60, permitindo uma jogabilidade fluida mesmo nas sequências de batalha mais intensas.

Entretanto, alguns momentos nos diálogos e transições podem relembrar a época do PS3, com texturas simplificadas e animações faciais menos complexas. Isso, embora possa desagradar a novos jogadores, mantém uma espécie de nostalgia para os veteranos que passaram por Yakuza 3 na sua forma original.

Experiência de Jogo: Desempenho e Limitações

O desempenho do jogo na plataforma analisada foi, em linhas gerais, satisfatório. Contudo, algumas limitações se destacam. Por exemplo, o sistema de combate que volta a ser um estilo beat ‘em up em tempo real pode ser menos atraente para aqueles que apreciaram a abordagem baseada em turnos de Yakuza: Like a Dragon. A proposta de um combate mais dinâmico e interativo é bem-vinda, mas gera frustrações, especialmente em momentos de dificuldade, onde a falta de um sistema mais refinado de paradas e esquivas se mostra evidente.

Outro aspecto que pode decepcionar jogadores mais exigentes é a criticada redução dramatizada de side-quests clássicas. O jogo original apresentava mais de 90, enquanto o remake se contenta com pouco mais de 30. Essa mudança impacta diretamente na vivência de um mundo rico e diversificado, levando à uma sensação de perda por parte dos jogadores mais antigos.

Novas Funcionalidades e Recursos Diferenciais

Yakuza Kiwami 3 introduz várias novas mecânicas, como a capacidade de personalizar não apenas as roupas de Kiryu, mas também seu cabelo e até mesmo o estilo de vida que ele leva nas ruas de Kamurocho. Isso adiciona um nível de conforto e personalização ao jogador, permitindo uma conexão mais profunda com os personagens e a narrativa.

Minijogos continuam a ser uma parte essencial da experiência, embora muitos deles tenham sido simplificados em comparação com os originais. Veja, por exemplo, os desafios de golfe, que foram fortemente reduzidos e não capturam a diversão que uma vez proporcionaram. Por outro lado, as novas missões e interações com personagens como Yoshitaka Mine oferecem um conteúdo fresco que se integra bem ao desempenhar a narrativa principal, embora sem o mesmo peso emocional que as interações passadas.

Pontos Positivos e Negativos

Como qualquer remake, Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties vem com uma mistura de prós e contras. Entre os pontos positivos, podemos destacar:

  • Otimização técnica exemplar que garante uma experiência fluida e agradável.
  • Novas funções de personalização que aproximam o jogador dele mesmo.
  • Conteúdo inédito e interessante que apresenta novas narrativas.
  • Localização bem executada em português do Brasil, permitindo acesso a um público mais amplo.

Por outro lado, as desvantagens ficam evidentes:

  • Mudanças drásticas na narrativa que podem alienar os fãs de longa data.
  • Redução significativa das missões secundárias originais, limitando o potencial offset divertimento.
  • Minigames chave sendo simplificados e menos interativos.
  • Reações desfavoráveis à controvérsia envolvendo a dublagem e o mocap.

Comparação com Outros Títulos: Um Olhar sobre o Mercado

Quando comparamos Yakuza Kiwami 3 com outros remakes mais recentes como Final Fantasy VII Remake, a falta de respeito a uma narrativa estabelecida exalta a confusão de românticos e visões contemporâneas de jogos que poderiam ter seguido melhores exemplos. Enquanto a Square Enix trouxe novos elementos sem sacrificar a essência dos personagens e enredos, a Sega parece ter tropeçado ao tentar reinserir Kiryu em uma nova linha do tempo que pode frustrar os fãs que adorariam reviver a história original.

Vale a Pena? Uma Conclusão Fria

Se você é um fã acérrimo da franquia Yakuza ou procura uma nova experiência de beat ‘em up bem executada, este jogo pode ser uma escolha válida. Contudo, para aqueles que buscam a nostalgia do Yakuza 3 original, a nova abordagem pode não ser a mais satisfatória. Vale a pena considerar o que você espera de um remake e o quanto valoriza as novas narrativas em detrimento das clássicas.

Análise Crítica: Entre a Nostalgia e a Evolução

A recepção do Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties ilustra a tensão entre inovação e tradição na indústria de jogos. As escolhas criativas do estúdio de mudar pontos centrais da narrativa polarizaram tanto críticos quanto fãs. Algumas das adições, como novas missões e uma personalização mais robusta, em muito ajudam a fazer o título permanecer relevante em um mercado em rápida evolução. Entretanto, as limitações, especialmente a remoção de elementos queridos e a contenção na narrativa primordial, ferem as expectativas de quem acompanhou todo o desenvolvimento da saga.

Essas alterações revelam uma abordagem que, embora possa atrair novos jogadores, também pode alienar uma base fiel que gostaria de ver o seu querido Kiryu em uma continuação de sua própria história clássica. O remake, portanto, acaba por ser uma oportunidade de ouro não totalmente aproveitada, que poderia ter servido de ponte entre o antigo e o novo, em vez de criar um hiato entre as gerações.

Veredito Final: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties é uma jornada que tem seus altos e baixos, tornando-se uma experiência agridoce. Para aqueles que buscam nostalgia, é um momento de reflexão. Para novos jogadores, é uma entrada divertida a um mundo complexo e intrigante que é o universo Yakuza.

Leia mais sobre a franquia Yakuza e suas novidades, e não deixe de conferir o preço atualizado do jogo.

REVIEW ORIGINAL:

O Ryu Ga Gotoku Studio lançou em fevereiro de 2026 Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties para PC, PS4, PS5 e Xbox. Diferentemente dos remakes anteriores da franquia, esta recriação do título original de 2009 (lançado para PS3) não se limitou a modernizar gráficos e mecânicas.

O estúdio optou por alterar pontos centrais da narrativa, o que gerou reações mistas entre o público e a mídia especializada (estando com nota 74 no Metacritic e avaliação “Mista” no Steam, até o momento da publicação desta matéria).

Enquanto alguns jogadores aprovaram as mudanças, outros criticaram a decisão de modificar o final e remover personagens clássicos. De toda forma, antes de prosseguirmos, confiram o PC usado na avaliação deste polêmico título de uma aclamada franquia:

Componente Especificação
Processador (CPU) AMD Ryzen 7 9800X3D
Memória (RAM) 32 GB DDR5 (6000 MHz)
Placa de Vídeo (GPU) NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti
Armazenamento (SSD) SSD 2 TB PCIe Gen 4
Sistema Operacional (SO) Windows 11 Pro

Minha história com a franquia Yakuza

Esta franquia é uma das mais importantes do meu acervo gamer. Conheço o potencial das aventuras de Kiryu desde antes de nomearem como “Yakuza”, no ocidente, em meados de 2006.

Lançado originalmente em 2005 no Japão como “Ryu Ga Gotoku” (o nome do estúdio atualmente), em uma tradução livre se chamaria algo como “Like a Dragon” (Similar a um Dragão).

Com essa breve explicação, agora vocês podem entender o porquê renomearam as novas edições no ocidente após Yakuza: LAD. Na verdade, é o mesmo caso de “Resident Evil” e “Biohazard“: apenas trouxeram o nome original para o ocidente.

Mas voltando à minha história, gostei muito de Yakuza 1 e 2; todavia, o ponto de virada, para mim, foi Yakuza 3. Em 2010, em vez de pular de uma vez em títulos mais famosos, como God of War 3 e Metal Gear Solid 4, assim que adquiri o meu PS3, adivinhem qual foi o primeiro jogo que comprei?

Sim, este que está comigo até hoje, o clássico (este da imagem é edição europeia):

Foi o primeiro da saga que introduziu as músicas em karaokê e muito do DNA que, alguns anos depois, em Yakuza 0, se tornou amado no ocidente.

Porém, essa não foi uma época boa para a franquia, pois pelas baixas vendas no ocidente, alguns anos depois, Yakuza 5 ficou anos sem ter uma versão traduzida para inglês e quase não foi mais lançada por estas bandas.

No caso de Yakuza 3, infelizmente, alguns tropeços técnicos impediram que brilhasse mais em seu tempo, pois a jogabilidade era repleta de inimigos que apenas bloqueavam os seus golpes, tornando a dinâmica muito entediante.

Posteriormente, isso foi resolvido nos próximos lançamentos, mas esse problema fez a terceira edição ser uma das mais divisivas entre os fãs… e, ironicamente, o seu remake, Kiwami 3, conseguiu repetir este infeliz feito.

Desempenho técnico no PC supera lançamentos anteriores

Mas, antes de abordarmos os pontos mais negativos, começaremos pelo começo. Sobre o aspecto técnico, a versão para PC apresentou desempenho satisfatório.

O jogo roda em resolução 4K com DLSS Qualidade ativado, mantendo taxa de quadros acima de 60 FPS. Há suporte para Frame Generation, que permite ganho adicional de fluidez para monitores com altas taxas de atualização.

Nesta seção, temos uma ótima notícia: diferentemente de Like a Dragon: Infinite Wealth (título recente do estúdio com muitos stutterings no meu PC), Yakuza Kiwami 3 não apresentou engasgos durante a jogatina.

A otimização deste título, que está rodando na saudosa Dragon Engine, garante fluidez tanto nos momentos de exploração quanto em combates com muita gente.

Visualmente, o jogo oscila entre partes de alta definição (com texturas detalhadas que evidenciam poros da pele dos personagens) e sequências que remetem à estética da era PS3, especialmente em diálogos com balões e expressões faciais mais simples.

Essa alternância, contudo, não compromete a experiência geral (porque, neste ponto, já faz parte da identidade da franquia e os fãs já se acostumaram).

Sistema de combate retorna às origens beat ‘em up

A jogabilidade abandona o sistema de turnos presente nos títulos protagonizados por Ichiban Kasuga (Yakuza: Like a Dragon e Infinite Wealth) e retoma o estilo beat ‘em up em tempo real. O protagonista Kazuma Kiryu conta com dois estilos de luta.

  • O primeiro é o clássico Dragão de Dojima, que reúne golpes conhecidos dos fãs antigos, trazendo alguns ajustes finos, tanto ao usar comandos especiais ou mesmo em golpes simples, que podem ser carregados ao segurar o botão de ação;
  • O segundo é inspirado em artes marciais de Okinawa e se chama Estilo Ryukyu. Este modo de combate introduz o uso de armas variadas, incluindo um escudo capaz de bloquear projéteis como disparos de armas de fogo.

O sistema de upgrades utiliza duas moedas: dinheiro (para comprar melhorias de atributos como vida e dano) e pontos de habilidade (obtidos em batalhas variadas durante a sua jornada e em treinos no dojo em Okinawa, que desbloqueiam novos movimentos).

A opção de dificuldade Profissional oferece desafio equilibrado, enquanto o modo Normal eu pessoalmente considero fácil demais.

De toda forma, as batalhas mais difíceis se concentram em missões secundárias, que exigem maior investimento no desenvolvimento do personagem.

Mudanças na narrativa criam linha do tempo alternativa

Agora, finalmente abordaremos o “elefante branco” deste lançamento. A principal polêmica do “remake” envolve as alterações na história. O estúdio modificou o final do jogo e removeu personagens que acompanhavam Kiryu desde o primeiro Yakuza.

Em seu lugar, introduziram figuras inéditas que não possuem o mesmo peso emocional acumulado por décadas. A decisão foi justificada posteriormente pelo diretor da franquia, que confirmou a intenção de estabelecer uma linha do tempo alternativa a partir deste título.

Aparentemente, este será o último remake da linha Kiwami, e os próximos títulos com Kiryu seguirão esta nova continuidade narrativa.

Apesar das críticas, o conteúdo inédito adicionado ao jogo é altamente interessante. A aventura secundária, com o antagonista Yoshitaka Mine, oferece entre 5 a 7 horas de gameplay, e isso com mecânicas distintas das de Kiryu.

Há também uma subtrama envolvendo gangues de motociclistas em Okinawa (Dragão Marginal), que coloca o jogador em confrontos contra grandes grupos.

Essas missões incluem sequências simples de pilotagem de moto, complementadas com um quebra pau generalizado com muitos membros da sua gangue e das gangues rivais, e tudo isso em cenários empolgantes que aproveitam ao máximo o potencial beat ‘em up.

Redução de sub-histórias gera controvérsia entre os fãs antigos

Contudo, abordaremos outro problema agora: Yakuza 3 original de 2009 contava com mais de 90 missões secundárias (sub-histórias). O remake reduziu este número para pouco mais de 30, corte que afetou o divertimento (com razão) dos fãs mais antigos.

As sub-histórias são partes importantes do pacote, porque são conhecidas por oferecerem pausas bem-humoradas na trama principal e por desenvolverem o universo da série.

Para compensar, o estúdio incluiu mais de 10 horas de conteúdos novos, incluindo a história das gangues dos motociclistas (Dragão Marginal), além da aventura com Mine (Dark Ties) e das interações expandidas com o orfanato Glória da Manhã.

Kiryu pode participar de minigames com as crianças, como apoio em lições de casa, atividades de costura e plantação sustentável de alimentos (batata, espinafre e outros). Estas atividades aprofundam a relação do protagonista com os personagens e explicam seu vínculo emocional com o local.

Para encerrar este segmento, acredito ser importante, sim, destacar que cortaram MUITOS conteúdos do game original, porém, por sua vez, também acrescentaram coisas novas que podem gerar muitas horas de gameplay.

Mas a realidade é que uma coisa não anula a outra… Os novos conteúdos não deveriam canibalizar o antigo e, se tudo estivesse em um mesmo pacote, engrandeceria ainda mais este remake (mas isso não aconteceu).

Polêmica envolvendo o ator Kagawa afeta recepção do público

Paralelamente às questões narrativas e de gameplay, o lançamento foi impactado por uma controvérsia no mundo real. O ator Teruyuki Kagawa, responsável pela dublagem, captura facial e de movimentos (mocap) de um antagonista importante, Goh Hamazaki, teve envolvimento com crimes sexuais no Japão em um passado não tão distante.

Quando a contratação de Kagawa foi divulgada, parte da comunidade iniciou um boicote em setembro de 2025, solicitando a substituição do dublador.

A resposta da Sega e da RGG Studios consistiu em apagar comentários e ignorar as solicitações nas redes sociais, sem posicionamento público sobre o caso.

A ausência de manifestação clara sobre os critérios éticos da contratação gerou review bombs no Metacritic e um grande machucado na recepção do título, o que é totalmente compreensível, dado o tratamento pífio dos envolvidos ao abordar um caso tão delicado.

Outros atores da obra original também foram trocados, decisão responsável por mudar o rosto de personagens velhos conhecidos dos puristas, como o do carismático Rikiya Shimabukuro. Porém, apesar das polêmicas, este aspecto gerou uma quantidade (muito) menor de insatisfação, se comparado com os atritos com o histórico de Kagawa.

Minigames de Yakuza 3 foram altamente simplificados

Outros aspectos importantes do jogo original, de 2009, também foram afetados. Um dos favoritos dos fãs antigos, os desafios de golf de Yakuza 3, ainda estão disponíveis, mas foram altamente modificados e simplificados.

O RGG Studios preferiu acrescentar conteúdos oriundos dos títulos mais recentes da franquia, como a equipe de Ichiban como personagens especiais (e pagos) nas missões de motociclistas, em vez de preservar a essência de Yakuza 3.

As músicas do karaokê também sofreram com decisões no mínimo questionáveis. Apenas UMA MÚSICA original foi preservada, enquanto as outras são, em boa parte, recortes de edições mais recentes, e as trilhas originais não são tão impactantes quanto as clássicas removidas.

A sensação de desrespeito com as raízes da saga é latente e não pode ser ignorada. Sim, é importante reconhecer o impacto de Kasuga Ichiban e de todos os conteúdos que fizeram Yakuza / Like a Dragon ser aclamado no ocidente, principalmente após o lançamento de Yakuza 0.

Todavia, a franquia não teria chegado a este ponto se não fossem os fãs antigos também, que mantiveram esta saga viável o suficiente para chegar até o seu auge.

Personalização das roupas e do estilo do Kiryu continua sendo uma ótima adição

Uma adição dos jogos mais recentes (que começou em Pirate Yakuza, o spin-off off da linha Gaiden com o icônico Goro Majima) é a personalização das roupas e do estilo do personagem, sem precisar alcançar o pós-game, com o Premium Adventure.

Agora, desde o começo (e desde a sua primeira aventura), é possível comprar roupas e estilizar o seu Kiryu. E não são só as roupas que são customizáveis, pois até os cortes de cabelo, sendo possível usar estilos divertidos (ou que remetem a outras aventuras do Dragão de Dojima, como Infinite Wealth e Yakuza 0).

Esta camada de personalização é muito bem-vinda, porque não tem nada mais gratificante do que “sacar a peita” do seu Kiryu e expor a sua ameaçadora tatuagem o tempo inteiro!

O ano é 2009, mas celulares já são usados para fazer amizades!

Outra mecânica introduzida em edições passadas, e que retornou em Kiwami 3, é o segmento de se conectar com pessoas da cidade por meio de links sociais.

Desta vez, como estamos no ano de 2009, todas as mecânicas foram adaptadas para as tecnologias proeminentes naquele tempo. Portanto, o seu celular é um bom e velho flip“, que pode ser personalizado com itens que dão vantagens durante o gameplay.

Além disso, você pode personalizar papéis de parede, o toque do seu celular e outros aspectos cosméticos. Contudo, a principal mecânica é introduzida logo nas primeiras horas.

Ao mirar o seu celular para pessoas que tenham o mesmo aplicativo (aparece um balãozinho em cidadãos que podem ser acionados), você pode iniciar link de amizades. Quanto mais pessoas você se conectar, mais prêmios e bônus ficarão disponíveis para o Dragão de Dojima.

Para complementar, algumas figuras curiosas podem ser vistas em cima de prédios, parecendo que estão limpando as paredes externas de edifícios ou limpando vidros.

Esses personagens, ao serem conectados com o seu link do celular, oferecerão itens especiais para auxiliar na aventura do

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